Boliche Ecológico
O jogo de boliche é uma brincadeira muito divertida de se trabalhar com as crianças. E o melhor de tudo é que além de se divertir, as crianças aprendem de forma simples qualquer área desejada.Com objetos simples e reutilizáveis se torna uma brincadeira barata.
Para fazer, você vai precisar:
* 10 Garrafas PET de 600ml limpas
* Jornal
* Folhas de EVA colorida
* Durex grosso de qualquer cor
* Tesoura
* Cola quente ( pistola e refil )
Como fazer:
Pegue as garrafas já secas e as decore ao seu gosto com as folhas de EVA, faça os números com a tesoura e as cole em cima da decoração feita. Pegue as folhas de jornal e faça uma bola grande, depois a encape com durex de qualquer cor e pronto! Já pode começar a se divertir com os alunos!
Objetivos:
Com essa brincadeira simples e barata, você trabalha várias áreas na aprendizagem da criança como a coordenação motora global, atenção, lateralidade, espacialidade, concentração, memória, entre outros.
Pinos Do Boliche
As Bolas Do Boliche
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Trabalho de PPIP
Instituto de Educação professora Ismar Gomes de Azevedo
Turma:2003
Turma:2003
Analise do Filme Escritores da liberdade e do filme Meu pé esquerdo Com o intuito de identificar as práticas pedagógicas utilizadas pelos pais em meu pé esquerdo e pela professora em escritores da liberdade.
No filme "Escritores da liberdade" mostra alguns desafios da educação, em um contexto socioeconômico problemático, o que não foge muito da realidade do ensino das redes públicas do Brasil. discriminação, preconceito, alunos e professores sendo desmotivados e diferenciados pelo próprio sistema.
Como acontece na vida real, no filme a jovem professora chega entusiasmada, mas se depara com uma realidade totalmente inesperada. Encontrou em sua sala de aula, alunos de diferentes nacionalidades e pensamentos, não se respeitavam entre si e muito menos se interessavam pelos estudos, além de serem descriminados pela própria direção da escola e pelo corpo docente. Seus alunos não viam significado em suas aulas, tinham conflitos dentro da escola e não se interessam em realizar as atividades propostas pela professora. Isso acontece muito no Brasil, professores iniciantes vão com a cabeça totalmente fora da realidade, quando chegam à unidade escolar levam um “choque” de realidade, achando que tudo é bonitinho, vai ter material em bom estado, novo sem danos e na realidade é tudo ao contrario, acham que os alunos sempre vão se interessar nas aulas vão fazer as atividades sempre. Pois a realidade é bem diferente do que nós professores ou futuro professores pensamos ou achamos.
Mas o que muitos professores fazem é desistir desses alunos e desacreditar na sua capacidade de muda-los, mostrar um caminho diferente, o caminho do conhecimento o caminho para uma expectativa melhor de vida. Mas no filme essa professora faz diferente ela mostrar para seus alunos que eles são capazes, a professora entra na realidade dos seus alunos e inovam seus planos de aulas de acordo com a realidade de cada um, ela usa o método do caderno em forma de diário. Solicitou que cada um escrevesse diariamente nesse caderno, mas como modo de fazer com que os alunos expressassem seus sentimentos. No filme a professora faz uso da Sistematização Coletiva do Conhecimento que aborda questões importantes como a valorização do ensino, reconhecimento do trabalho do professor, diversidade cultural, valorização da literatura, dentre outros temas.
Os alunos não tinham fáceis acesso a livros, computadores ou outros materiais para que pudessem aprender sozinhos, restritos pela própria direção, achando que eles iriam danificar o material e nessa atitude da direção os alunos sentiam mais deferentes, incapazes e desacreditados no quanto eles são capazes de fazer. Isso é algo que acontece muito em nossas escolas, a escola não tem confiança nos alunos, sempre achando que o aluno vai fazer mau uso do material. Como também acontece da própria direção dificultar o trabalho que a professora queria realizar com os alunos, deixando a autoestima, confiança em si própria bem baixa.
Meu pé esquerdo
No filme "Meu Pé Esquerdo", não há muita diferença da realidade. Pais que muitas vezes não aceitam á de deficiência dos filhos, que querem simplesmente fechar os olhos ou de qualquer jeito "esquecer" do problema, mas também podemos ver gente que luta (como a professora do filme anterior) para ajudar alguém e tentar fazer a diferença, como a mãe, que mesmo com todas as dificuldades, não desistiu do filho. Sua mãe, no transcorrer da vida ensinou-o a ler e escrever, contra todos os prognósticos e posturas de uma época que a educação aos deficientes não era uma opção existente. Seus feitos provaram que todos os médicos estavam errados.
Na educação Brasileira os professores, em muitos dos casos desistem de fazer a diferença deixando aquele aluno de lado “sozinho” em um canto da sala de aula.
Christy Brown é um jovem que nasceu com paralisia cerebral, onde só movimentava o pé esquerdo ele sofria muito preconceito pela sociedade e pele seu pai que achava que ele era incapaz de fazer algo, mas quando ele escreve com o pé no chão a palavra mãe seu pai entendeu que o seu problema era só físico não intelectual, A partir daí ela começa a fazer desenhos de seus familiares. Sua mãe era a única que o entendia e fazia economias para comprar uma cadeira de rodas para o filho. Quando fica mais velho sua mãe conhece uma médica onde o ajuda a desenvolver a sua fala. Christy é reconhecido pelas suas artes e escreve um livro sobre sua vida e ajuda a sustentar a sua família. Christy Brown é um exemplo de superação, pois venceu preconceitos mostrou que independente de sua deferência ele tinha um alto nível intelectual e cognitivo.
Na educação brasileira, estamos vendo pequenas mudanças na forma de ensinar os deficientes, projetos já criados, etc. Ainda estamos bem longe de atingir nossas metas enquanto a isso, mas quem sabe um dia pode surgir aqui em nossa sociedade um Christy Brown.
Sites que nos ajudaram a desenvolver o trabalho:
http://especialeinclusiva.blogspot.com.br/2011/07/resenha-do-filme-meu-pe-esquerdo.html
http://www.laprev.ufscar.br/sinopse-filmes/escritores-da-liberdade
http://marcelopelucio.org/2013/04/10/resenha-meu-pe-esquerdo/
Sites que nos ajudaram a desenvolver o trabalho:
http://especialeinclusiva.blogspot.com.br/2011/07/resenha-do-filme-meu-pe-esquerdo.html
http://www.laprev.ufscar.br/sinopse-filmes/escritores-da-liberdade
http://marcelopelucio.org/2013/04/10/resenha-meu-pe-esquerdo/
Nos filmes assistidos pelo grupo, pudemos notar em ambas as histórias, a integração das pessoas que se consideram e/ou são consideradas diferentes em algum determinado lugar, em "Escritores da Liberdade", os alunos da sala 203 não se falavam muito e o diálogo foi estabelecido pela professora e em "Meu Pé Esquerdo" a integração do Christy foi feita no momento da brincadeira com as outras crianças da vizinhança, por que no desenrolar do filme, o preconceito não parte das crianças, parte sim da falta de informação dos adultos, a visão da época sobre os deficientes é diferente da de hoje em dia, a evolução da definição de "portadores de necessidades especiais".
Outro ponto notado pelo grupo foi a postura considerada incorreta da professora em "Escritores da Liberdade" quando ela trata de assuntos além da sala de aula, como a estrutura familiar de cada um dos alunos da sala, se apegar aos alunos da classe, deixar de pensar na vida pessoal e focar apenas na vida profissional. Todas as profissões exigem dedicação, mas a total entrega ao trabalho pode ser prejudicial até mesmo para a saúde do professor.
Gostamos quando em ambos os filmes, os personagens se superam, ultrapassando barreiras e pondo à prova o conhecimento das pessoas em volta deles, quando em "Meu Pé Esquerdo" o Christy faz pinturas belíssimas comparadas a de outros artistas "normais", por que naquela época, os deficientes eram considerados incapazes de quase tudo, mas no filme mostra exatamente o contrário, que os deficientes, se quiserem, podem fazer muitas coisas, melhores até dos considerados normais e em "Escritores da Liberdade" a professora consegue acompanhar a turma até a faculdade, mostrando aos espectadores que é importante conhecer seus direitos quando professor, estudar legislações e normas da escola em que leciona. E para tudo isso dar um resultado positivo, é preciso ter conhecimento sobre métodos de ensino, psicologia infantil (ou juvenil) e saber a personalidade da turma.
Alunos: Carol Carneiro, Kathellen, Roberta, Mariana e Alice.
Análise do filme Escritores da liberdade e meu pé esquerdo.
Ambas histórias fala sobre dificuldades, desafios e preconceitos estabelecidos pela sociedade. No filme escritores da liberdade, fala sobre uma professora que pensa que tudo é perfeito, mas se depara com uma realidade totalmente diferente, como a que temos hoje em dia no Brasil, mas com muita determinação ela consegue fazer a turma "se levantar". E no filme meu pé esquerdo fala sobre um menino que nasceu com paralisia cerebral e que que era olhado com olhares críticos, e até da própria família, pois sempre diziam que ele não seria capaz de aprender alguma coisa, mas ele mostrou que tinha capacidade sim para aprender, ele foi mostrando isso aos poucos usando apenas o seu pé esquerdo e desenvolvimento seus poderes para as pinturas. Ele sofria muito com decepções amorosas. Ele foi um guerreiro, pois ninguém dava nada por ele, mas ele mostrou seu esforço, habilidades e capacidades.
Alunas: Raíssa Ferreira, Isabela Marinho, Vitória Oliveira, Andrielly e Lohá.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Aula prática AE e PP
Webliografia:
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais:
Ser humano e saúde
Assim como a natureza, o corpo humano deve ser visto como um todo dinamicamente articulado; os diferentes aparelhos e sistemas que o compõe devem ser percebidos em suas funções específicas para manutenção do todo. Importa, por tanto, compreender as relações fisiológicas e anatômicas. Para que o aluno compreenda a maneira pela qual o corpo transforma, transporta e elimina água, oxigênio, alimentos, obtém energia, se defende de invasão de alimentos danosos, coordena e integra as diferentes funções, é importante conhecer os vários processos e estruturas e compreender a relação de cada aparelho e sistemas com os demais. É essa relação que assegura a integridade do corpo e faz dele uma totalidade.
Bibliografia:
Parâmetros curriculares nacionais volume 4 ciências naturais.
Webliografia:
www.ensinar-aprender.com.br
www.professorajuce.blogpost.com.br
www.portaleducação.com.br
Instituto de educação professora Ismar Gomes de Azevedo
Camila, Ynara, Isabella, Mariana, Roberta e Júlia Souza.
Camila, Ynara, Isabella, Mariana, Roberta e Júlia Souza.
Turma 2003 curso normal
Arte e Educação e Praticas Psicomotoras
Plano de aula:
objetivo: Aplicar o conhecimento dos cinco sentidos.
Conteúdo: Cinco sentidos (tato, olfato, paladar, audição e visão).
Procedimento: Atividade na folha, recorte e colagem e dinâmicas.
Avaliação: Avaliação será feita através do recorte e colagem, onde veremos se a criança aprendeu.
Quando ensinamos os cinco sentidos as crianças, elas aprendem que quando elas sentem o cheiro de algo se chama olfato , quando sente gosto de algum alimento se chama paladar, e quando escutamos algum barulho se chama audição , quando tocamos em algum objeto ou pegamos se chama tato e em todo momento estamos usando a visão.
Quando ensinamos os cinco sentidos as crianças, elas aprendem que quando elas sentem o cheiro de algo se chama olfato , quando sente gosto de algum alimento se chama paladar, e quando escutamos algum barulho se chama audição , quando tocamos em algum objeto ou pegamos se chama tato e em todo momento estamos usando a visão.
Atividade na folha:
Recorte e colagem de um dos grupos divido em sala
Dinâmica: Chamamos alguns dos alunos e vendamos os olhos e eles tinham que identificar o cheiro (olfato) e o gosto(paladar) das coisas que apresentamos a eles. Também fizemos uma outra dinâmica em que a criança tinha que visualizar as cores e ordem da figura que usamos e depois organizar de acordo com que ela viu.
Aula feita pelos alunos : Andrielly, Celma, Ivanderson, Rebeca Xavier, Victoria Oliveira e Vitoria Andrade
domingo, 5 de abril de 2015
Nesse post apresentaremos nosso trabalho passado pela professora Margareth Amaral, com o tema: como elaborar um espaço de arte no ambiente escolar.
Começaremos apresentando algumas leis da famosa bíblia do professor LDBEN.
Como podemos perceber, a arte é obrigatória em toda educação básica, ou seja, do zero aos dezoito anos, em todos os níveis, começando com a educação infantil, passando pelo ensino fundamental e terminado no médio.
Educação Infantil:
A arte é uma das disciplinas mais exploradas na educação infantil, no dia-a-dia e também em projetos. Nesse nível da educação a socialização é o foco principal, mas passar conhecimento também é importantíssimo, nessa parte se insere o lúdico e a arte, transmitindo cultura, educação, ética e muitos outros conhecimentos.
"A criança tem uma mentalidade semelhante à do artista, pois ambos ingressam facilmente no universo do faz de conta, aplicando o dom de fantasiar a tudo e fingindo que algo é, na verdade, alguma coisa bem diferente. Assim, um mero traço pode se converter no telhado de uma casa. Isso acontece, pois sua percepção é mais apurada e sensível.
Este surto criativo permanece na criança até cerca de 6 ou 7 anos de idade, por conta de inúmeros fatores psíquicos, e a partir deste momento a maior parte dos indivíduos deixa de lado esta tendência potencial e segue outros caminhos.
Infelizmente os movimentos pedagógicos dominantes, ao invés de estimular os futuros adultos a desenvolverem seus dons artísticos, optam por refrear os impulsos criativos e a livre capacidade de expressão dos aprendizes.
Assim, a educação, que deveria privilegiar a liberdade de manifestação dos alunos, acaba por reprimir o lado perceptivo das crianças, antes que possa ser plenamente aprimorado. ’’
Os professores costumam passar em suas aulas técnicas, cópias, reprodução e outros métodos que afastam a criança da interação com o mundo artístico.
O mais correto seria se a qualidade não fosse o foco e sim a sua forma de se expressar e ler o mundo. O ensino de arte visa, na práxis, preparar o aluno para que ele possa escrever com a devida coordenação motora, ou conquistar o dom de delinear letras e números.
Ensino fundamental:
No ensino fundamental a arte não e aproveitada de maneira adequada, os professores usam apenas por estar no currículo mínimo. A arte é usada para desenvolver os domínios cognitivo, afetivo e psicomotor e a capacidade de se expressar e ás vezes conhecer a sua própria identidade como pessoa, mas nada disso é trabalhado de maneira correta.
Nessa etapa do ensino a criança ou adolescente aprende só a teoria sem saber que a arte abrange vários caminhos para o seu desenvolvimento até ajudando no próprio ensino-aprendizagem. Seria interessante que na matéria e em projetos a arte fosse melhor trabalhada, até com a criação de espaço de arte nas escolas.
Ensino médio:
As escolas e salas de aula de ensino médio costumam ser formais e tradicionais e nada convidativas, legal seria um lugar descontraído e divertido para ser produtivo, assim transbordando arte. Mas se na educação infantil a arte já não é aplicada da melhor maneira, no fundamental praticamente não tem e no ensino médio é ainda mais difícil esse contato com a expressão do mundo.
Os ambientes artísticos não precisam de muitas coisas além de alguns objetos e força de vontade, mesmo assim, projetos não são quase realizados nesse nível de ensino.
Feira Literária:
No Instituto de Educação Ismar Gomes de Azevedo foi realizado um projeto chamado "Feira literária" esse projeto de arte - educação foi voltada para o ensino médio, curso normal, envolvendo arte, história e português pela 1004 CN.
Como funciona:
Cada turma de todo o ensino médio recebia um tema das opções de seu professor de língua portuguesa que ajudava a encaminhar o aprendizado. (Fabiano)
Outro professor seria escolhido para ser o tutor e orientador turma (Lenilda).
A elaboração do trabalho é feita pelos alunos. Depois do tema escolhido a criação do livro na visão e versão é essencial, (NOSSO LIVRO FICOU MUITO BOM, QUEM TIVER INTERESSE, NOS AVISE), teatro, monólogos fazem parte da apresentação como, por exemplo, ano passado na turma 1004 do curso normal. O tema dessa turma foi "Trovadorismo e Cantigas de Roda” escolhida pelo professor de português.
Trovadorismo e Cantigas de Roda:As cantigas de roda estão com você desde quando você nasce praticamente, ela é tão viva em nosso dia-a-dia que não tem uma pessoa que não se lembra daquelas brincadeiras e cantigas cantadas quando criança cirandas.
Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar
O anel que tu me deste era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou
Por isso, D. Fulano entre dentro dessa roda
Diga um verso bem bonito, diga adeus e vá-se embora
As cantigas são classificadas como:
- Cantigas de amor
- Cantigas de amigo
- Cantigas de maldizer
- Cantigas de escárnio
- Cantigas de roda
’’O trovadorismo foi o primeiro movimento literário onde o primeiro registro da língua portuguesa foi manifestado, os trovadores eram aqueles que compunham as poesias e as melodias que as acompanhavam, e as cantigas são as poesias cantadas. “Trovador" eram autores de origem nobre, sendo que os autores de origem quem tocava e cantava as poesias eram os jograis, é muito possível que a maioria dos trovadores interpretasse igualmente as suas próprias composições. ’’
Como foi feito:
Dividimos a sala em 5 partes, nas quais transbordava beleza e arte.
As luzes apagadas foram propositais, queríamos que tivessem a sensação que os artistas ganhavam vida quando a lanterna se direcionava eles. Abordamos o trovadorismo no do século 18, 20 e 21.
Século 18 elaboramos um monólogo do Zaion um menino negro escravo que escrevia em seu diário.
Século 20, Hippie, Rock e Cecília:
Hippie: Indico Donavam, Lírio e Luna Taddia três hippies que encontraram o diário de Zaion, elas continuam contando suas histórias, depois deixando para o filho da Luna o Fillip
Rock: Fillip na geração coca cola, continuou o diário da Indico Donavam assim como sua mãe Luna pediu. Ele participava de uma banda com suas duas namoradas Aurora e Lola que também eram integrantes de sua banda. Como uma típica vida dos anos 80, Fillip deixou a vida depois de uma overdose.
Cecília: Um monólogo da Cecília Meireles falando de sua jornada e contribuição com o mundo literário.
Século 21, contemporânea: Monólogo de um menino chamado Theo falando sobre os protestos e crises do Brasil.
No final dessas quatro áreas, tínhamos cantiga de roda voltada para as crianças (já que essa peça tinha duas versões, uma adulta e um infantil onde usávamos o lúdico investindo em doces músicas e dança).
Decoração:
Primeira área, decoração antiga e colonial.
Segunda área hippie: um gramado, fogueira artificial, violão e frutas.
Rock: um sofá, garrafas de bebidas espalhadas, discos de bandas, letras de música amassadas e jogadas.
Terceira área Cecília Meireles: muitos livros, quadros, chá, maquina de escrever, um escritório.
Quarta área contemporânea: quarto de um adolescente, cama, jogos, tapete, patins e skate.
Quinta área, cantigas de roda: bem colorida, tinha flores, cortinha de garrafa pet, lembrancinhas, doces e muito mais.
Figurinos:
Todos os alunos colaboraram com suas roupas e acessórios.
Materiais:
Muitas garrafas de amaciante, pet, tampinhas de garrafa, caixotes, rolinho de papel higiênico, jornais, caixas de leite e caixa de papelão foram usados. Sem contar que com a ajuda de todos conseguimos decoração para todas as épocas.
Tudo foi organizado e planejado para que fosse o mais real possível, queríamos que entrassem na leitura de nosso livro e entendessem a matéria. Assim que as disciplinas foram usadas, português e literatura na produção do livro, história ao criar todo contexto, arte usamos quando tiramos as palavras das páginas e concretizamos naquela sala.
Começaremos apresentando algumas leis da famosa bíblia do professor LDBEN.
CAPÍTULO II
DA EDUCAÇÃO BÁSICA
Seção I
Das Disposições Gerais
Art. 24. A educação básica, nos níveis fundamental e médio, será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:
IV - poderão organizar-se classes, ou turmas, com alunos de séries distintas, com níveis equivalentes de adiantamento na matéria, para o ensino de línguas estrangeiras, artes, ou outros componentes curriculares;
§ 2o O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos. (Redação dada pela Lei nº 12.287, de 2010)
Como podemos perceber, a arte é obrigatória em toda educação básica, ou seja, do zero aos dezoito anos, em todos os níveis, começando com a educação infantil, passando pelo ensino fundamental e terminado no médio.
Educação Infantil:
A arte é uma das disciplinas mais exploradas na educação infantil, no dia-a-dia e também em projetos. Nesse nível da educação a socialização é o foco principal, mas passar conhecimento também é importantíssimo, nessa parte se insere o lúdico e a arte, transmitindo cultura, educação, ética e muitos outros conhecimentos.
"A criança tem uma mentalidade semelhante à do artista, pois ambos ingressam facilmente no universo do faz de conta, aplicando o dom de fantasiar a tudo e fingindo que algo é, na verdade, alguma coisa bem diferente. Assim, um mero traço pode se converter no telhado de uma casa. Isso acontece, pois sua percepção é mais apurada e sensível.
Este surto criativo permanece na criança até cerca de 6 ou 7 anos de idade, por conta de inúmeros fatores psíquicos, e a partir deste momento a maior parte dos indivíduos deixa de lado esta tendência potencial e segue outros caminhos.
Infelizmente os movimentos pedagógicos dominantes, ao invés de estimular os futuros adultos a desenvolverem seus dons artísticos, optam por refrear os impulsos criativos e a livre capacidade de expressão dos aprendizes.
Assim, a educação, que deveria privilegiar a liberdade de manifestação dos alunos, acaba por reprimir o lado perceptivo das crianças, antes que possa ser plenamente aprimorado. ’’
Os professores costumam passar em suas aulas técnicas, cópias, reprodução e outros métodos que afastam a criança da interação com o mundo artístico.
O mais correto seria se a qualidade não fosse o foco e sim a sua forma de se expressar e ler o mundo. O ensino de arte visa, na práxis, preparar o aluno para que ele possa escrever com a devida coordenação motora, ou conquistar o dom de delinear letras e números.
Ensino fundamental:
No ensino fundamental a arte não e aproveitada de maneira adequada, os professores usam apenas por estar no currículo mínimo. A arte é usada para desenvolver os domínios cognitivo, afetivo e psicomotor e a capacidade de se expressar e ás vezes conhecer a sua própria identidade como pessoa, mas nada disso é trabalhado de maneira correta.
Nessa etapa do ensino a criança ou adolescente aprende só a teoria sem saber que a arte abrange vários caminhos para o seu desenvolvimento até ajudando no próprio ensino-aprendizagem. Seria interessante que na matéria e em projetos a arte fosse melhor trabalhada, até com a criação de espaço de arte nas escolas.
As escolas e salas de aula de ensino médio costumam ser formais e tradicionais e nada convidativas, legal seria um lugar descontraído e divertido para ser produtivo, assim transbordando arte. Mas se na educação infantil a arte já não é aplicada da melhor maneira, no fundamental praticamente não tem e no ensino médio é ainda mais difícil esse contato com a expressão do mundo.
Os ambientes artísticos não precisam de muitas coisas além de alguns objetos e força de vontade, mesmo assim, projetos não são quase realizados nesse nível de ensino.
Feira Literária:
No Instituto de Educação Ismar Gomes de Azevedo foi realizado um projeto chamado "Feira literária" esse projeto de arte - educação foi voltada para o ensino médio, curso normal, envolvendo arte, história e português pela 1004 CN.
Como funciona:
Cada turma de todo o ensino médio recebia um tema das opções de seu professor de língua portuguesa que ajudava a encaminhar o aprendizado. (Fabiano)
Outro professor seria escolhido para ser o tutor e orientador turma (Lenilda).
A elaboração do trabalho é feita pelos alunos. Depois do tema escolhido a criação do livro na visão e versão é essencial, (NOSSO LIVRO FICOU MUITO BOM, QUEM TIVER INTERESSE, NOS AVISE), teatro, monólogos fazem parte da apresentação como, por exemplo, ano passado na turma 1004 do curso normal. O tema dessa turma foi "Trovadorismo e Cantigas de Roda” escolhida pelo professor de português.
Trovadorismo e Cantigas de Roda:As cantigas de roda estão com você desde quando você nasce praticamente, ela é tão viva em nosso dia-a-dia que não tem uma pessoa que não se lembra daquelas brincadeiras e cantigas cantadas quando criança cirandas.
Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar
O anel que tu me deste era vidro e se quebrou
O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou
Por isso, D. Fulano entre dentro dessa roda
Diga um verso bem bonito, diga adeus e vá-se embora
As cantigas são classificadas como:
- Cantigas de amor
- Cantigas de amigo
- Cantigas de maldizer
- Cantigas de escárnio
- Cantigas de roda
Como foi feito:
Dividimos a sala em 5 partes, nas quais transbordava beleza e arte.
As luzes apagadas foram propositais, queríamos que tivessem a sensação que os artistas ganhavam vida quando a lanterna se direcionava eles. Abordamos o trovadorismo no do século 18, 20 e 21.
Século 18 elaboramos um monólogo do Zaion um menino negro escravo que escrevia em seu diário.
Século 20, Hippie, Rock e Cecília:
Hippie: Indico Donavam, Lírio e Luna Taddia três hippies que encontraram o diário de Zaion, elas continuam contando suas histórias, depois deixando para o filho da Luna o Fillip
Rock: Fillip na geração coca cola, continuou o diário da Indico Donavam assim como sua mãe Luna pediu. Ele participava de uma banda com suas duas namoradas Aurora e Lola que também eram integrantes de sua banda. Como uma típica vida dos anos 80, Fillip deixou a vida depois de uma overdose.
Cecília: Um monólogo da Cecília Meireles falando de sua jornada e contribuição com o mundo literário.
Século 21, contemporânea: Monólogo de um menino chamado Theo falando sobre os protestos e crises do Brasil.
No final dessas quatro áreas, tínhamos cantiga de roda voltada para as crianças (já que essa peça tinha duas versões, uma adulta e um infantil onde usávamos o lúdico investindo em doces músicas e dança).
Decoração:
Primeira área, decoração antiga e colonial.
Segunda área hippie: um gramado, fogueira artificial, violão e frutas.
Rock: um sofá, garrafas de bebidas espalhadas, discos de bandas, letras de música amassadas e jogadas.
Terceira área Cecília Meireles: muitos livros, quadros, chá, maquina de escrever, um escritório.
Quarta área contemporânea: quarto de um adolescente, cama, jogos, tapete, patins e skate.
Quinta área, cantigas de roda: bem colorida, tinha flores, cortinha de garrafa pet, lembrancinhas, doces e muito mais.
Figurinos:
Todos os alunos colaboraram com suas roupas e acessórios.
Materiais:
Muitas garrafas de amaciante, pet, tampinhas de garrafa, caixotes, rolinho de papel higiênico, jornais, caixas de leite e caixa de papelão foram usados. Sem contar que com a ajuda de todos conseguimos decoração para todas as épocas.
Tudo foi organizado e planejado para que fosse o mais real possível, queríamos que entrassem na leitura de nosso livro e entendessem a matéria. Assim que as disciplinas foram usadas, português e literatura na produção do livro, história ao criar todo contexto, arte usamos quando tiramos as palavras das páginas e concretizamos naquela sala.
Concluindo, na educação infantil e no ensino fundamental a arte é muito utilizada, mas em sua maioria, de forma errada, reprimindo o artista interior. No ensino médio é apenas uma matéria onde se vê técnicas.
Arte é essencial para o ensino-aprendizagem tanto para a criança tanto para o adolescente, ajudando no desenvolvimento psicomotor, cognitivo e afetivo, assim descobrindo sua própria identidade. Mas na maioria dos casos não é trabalhado de maneira correta.
Seria ótimo se espaços fossem criados e a essência fosse passada, que todos pudessem se expressar e ler o mundo.
O espaço de arte no ambiente escolar como vêm é importante em todas as fases. Todo espaço artístico, depende da escola em si, alunos, pais, professores e direção. Como vimos na feira, à elaboração exige dedicação, vontade e muito trabalho, mas o aprendizado envolvido é importantíssimo.
Falamos sobre com elaborar um espaço de arte no ambiente escolar, usamos como exemplo a feira literária que envolveu arte, história, português e literatura. Esse espaço nos passou conhecimento, vivência, experiência, sentimento, cultura... E nunca iremos esquecer.
Sites que usei nesse post/;
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm
http://www.infoescola.com/artes/arte-na-educacao-infantil/
Trabalho feito por:
Bruna Colombo n°06
Camila Dias n° 08
Ynara Kerolyn n°45
Seria ótimo se espaços fossem criados e a essência fosse passada, que todos pudessem se expressar e ler o mundo.
O espaço de arte no ambiente escolar como vêm é importante em todas as fases. Todo espaço artístico, depende da escola em si, alunos, pais, professores e direção. Como vimos na feira, à elaboração exige dedicação, vontade e muito trabalho, mas o aprendizado envolvido é importantíssimo.
Falamos sobre com elaborar um espaço de arte no ambiente escolar, usamos como exemplo a feira literária que envolveu arte, história, português e literatura. Esse espaço nos passou conhecimento, vivência, experiência, sentimento, cultura... E nunca iremos esquecer.
Sites que usei nesse post/;
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm
http://www.infoescola.com/artes/arte-na-educacao-infantil/
Trabalho feito por:
Bruna Colombo n°06
Camila Dias n° 08
Ynara Kerolyn n°45
Arte e educação
Tangram e histórias
Criamos um cartaz contando resumidamente a história do tangram, dai as crianças formam os desenhos e dê um titulo e colamos expondo para a turma. Criamos histórias baseado no título que deram e em outro momento contar as histórias uma a uma para eles.
O intuito é que as crianças desenvolvam as suas imaginações, concentração e coordenação motora.
Obs: Tudo foi confeccionado por nós só pra representar.
Alunas: Andrielly e Isabela Marinho
sábado, 4 de abril de 2015
O espaço da criação e a criação do espaço: arte na escola
O espaço da criação e a criação do espaço: arte na escola
Turma: 2003
Alunas: Júlia Souza e Isabella Hott
Ensinar vai muito além da sala de aula, por isso, escolhemos trabalhar com a arte hoje. A arte mostra um outro lado da criança que talvez, dentro da sala de aula, não iriamos conseguir enxergar. Através da pintura, do desenho, da colagem, da fotografia e etc., conseguimos ver a criatividade, a sensibilidade, a personalidade e a imaginação da criança.
Turma: 2003
Alunas: Júlia Souza e Isabella Hott
Ensinar vai muito além da sala de aula, por isso, escolhemos trabalhar com a arte hoje. A arte mostra um outro lado da criança que talvez, dentro da sala de aula, não iriamos conseguir enxergar. Através da pintura, do desenho, da colagem, da fotografia e etc., conseguimos ver a criatividade, a sensibilidade, a personalidade e a imaginação da criança.
Atividades feita com o nosso acompanhamento
O ateliê é um espaço privilegiado para experimentarmos nossa sensibilidade através de materiais diversos – argila, tinta, lápis, papel, madeira, água, terra,e às vezes pode-se utilizar também materiais do cotidiano da criança, como: latinha, plástico, panos, jornais e revistas e etc. O ateliê é um lugar eleito e reconhecido pelos artistas como “o espaço da criação”; já pelos educadores, em qualquer lugar que seja, o ateliê se apresenta como um espaço necessário para o “afinamento dos sentidos através da Arte”. O ateliê, espaço aberto por sua natureza, é um lugar onde cultivamos o tempo, um recorte no tempo do dia a dia para certas ações que parecem não caber nas atividades pragmáticas do dia a dia: desenhar, pintar, recortar, esculpir, colar... ações que nos transportam para outros territórios dos sentidos, da percepção e do conhecimento.
É um lugar onde “coisas” singulares acontecem, onde desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, objetos, instalações, intervenções, livrinhos, cenários..., enfim, “coisas” são construídas e não têm uma função de uso imediata e, no entanto, nos acordam para outros espaços e mundos que nos habitam, que vivem dentro de nós e são materializadas em “formas” que constituem uma linguagem expressiva, poética, estética, formas que passam a existir fora de nós e para o mundo! E nos surpreendemos por esse fazer “aparentemente inútil”, acessando nossa sensibilidade, acordando um mundo de sentidos, de tudo aquilo que parece ser impossível e, no entanto, fazemos...
No ateliê – o espaço da criação – passamos certo tempo realizando “coisas”, por vezes estranhas a nós mesmos. Esse lugar, congrega uma qualidade de tempo e espaço singulares, nos convidam para o território ilimitado da arte. A importância desses espaços dentro das escolas e instituições, bem como a importância de uma contínua formação de educadores, é fundante para facilitar, provocar e convocar o acesso à educação dos sentidos pelos sentidos: maneiras de inteligibilizar nossa sensibilidade e sensibilizar nossa inteligência.
Atividades com o nosso acompanhamento.
No ateliê são as linguagens expressivas e criativas que imperam e não as respostas prontas; não são as linguagens formatadas ou sabidas que circulam como veículo de expressão, comunicação e informação. Trata-se de explorar, através de materiais – comuns e incomuns, as formas que ainda não conhecemos, as técnicas que ainda não dominamos, as ideias que ainda não sabemos. E eis o grande mistério: são as perguntas, as dúvidas, os acasos, as brincadeiras e as estranhezas que nos movimentam neste espaço tão particular. O espaço da criação, seja para as crianças, os adolescentes, os adultos dispostos a passar pela experiência da arte. E esse tipo de fazer singular que acontece nos ateliês, através das extensões de nosso corpo – as mãos, as ideias, os pensamentos, a imaginação, a voz, o olhar. Parecem guiados, num primeiro momento, pelo simples prazer de fazer, não dando um certo objetivo, ou funcionalidade e resposta imediatas. Num segundo momento, esse fazer, que tem uma qualidade distinta de outras atividades, parece também informar as sensibilidades e conquistar inteligências e conhecimentos.
Poderíamos aprender que o ateliê é um recorte no tempo e no espaço do cotidiano, independente de onde estiver localizado fisicamente, oferecendo a possibilidade de experimentarmos o ato da criação.
A vivência das linguagens expressivas compreende o exercício do sensível e do inteligível e o nosso corpo é o instrumento fundamental para que as linguagens expressivas, criativas, poéticas, musical, corporal, visual, verbal conquistem uma forma no mundo. A escola é compreendida como o lugar aonde a criança vai todos os dias para aprender, adquirir, obter, e produzir informações, porta-voz sociocultural de um modo de aquisição de conhecimento. Quando a escola dispõe de um espaço e de um tempo para o ensino de arte, sem dúvida alguma, esse fato, em si, já nos coloca diante de uma postura educacional totalmente diferente da postura de uma escola que não comporta o ensino de arte; justamente por considerar a arte como uma disciplina que proporciona um sistema de aprendizagem através do cultivo dos sentidos e da sensibilidade. Quando se pensa no ensino da arte, representado pela existência de um espaço de ateliê, geralmente um espaço diferente da sala de aula (e mesmo quando se utiliza a própria sala de aula para aula de arte, por vezes, a formação da sala muda para atender às especificidades desse tipo de atividade, alterando seu significado simbólico e sua forma de funcionamento), o “espaço da criação” é visto como um lugar e um momento onde se faz um monte de coisas com as mãos.
Imperceptivelmente, desenvolve- se uma noção errônea de que, nestas atividades, se encerra uma espécie de liberação de energias ou de habilitação da competência neuro-motora ou até quando se reporta a uma simples questão de arranjos de agenda escolar. Assim, é essencial recuperarmos a conexão substantiva entre os sentidos e a mente, a conjugação essencial entre a sensibilidade e a inteligibilidade justamente para que o ensino de arte não se desligue do ato cognitivo, para que o ato de aquisição de conhecimento não esteja ausente quando da nossa atuação corporal sobre os materiais. A hora da aula de arte nas escolas é o momento eleito para a criança experimentar, brincar, construir, jogar, inventar, experimentar, criar: espécie de contrato subliminar entre o educador e as crianças anunciando que agora é a hora da invenção! Por outro lado, corremos o risco de institucionalizar e burocratizar o lugar e o momento do próprio jogo da criação. Aqui reside um impasse entre a necessidade da existência de um tempo e de um espaço dentro das escolas para o ensino de arte, porém a própria arte, por sua natureza, parece querer quebrar estas regras e nos dizer que o espaço da criação pode residir em qualquer tempo e lugar.
O conceito de ateliê, então, deveria ser revisitado. A aula de arte é, sem dúvida, o lugar e o momento em que podemos viver experiências que nascem do contato sensível com os materiais, além da possibilidade de articular estes materiais para construir “coisas”, por vezes inclassificáveis. E será a partir desta conquista de “forma” que virá à tona a representação simbólica através das várias manifestações da linguagem visual (desenho, pintura, escultura, cerâmica, gravura, fotografia, marcenaria, vídeo, instalação, performance e outros). A aula de arte, de fato, funciona como um recorte em nosso cotidiano: recorte simbólico por um lado e, por outro lado, recorte absolutamente concreto proporcionando uma qualidade diferenciada da nossa percepção habitual. Talvez possamos estender o espaço da criação para fora dos muros do ateliê, da escola, dos museus para também se instalar na própria vida e assim acordarmos os ingredientes essenciais do jogo da criação: desejo, intenção, observação, memória, imaginação, vontade, disponibilidade, curiosidade, disponibilidade, flexibilidade. O gosto pelo jogo da criação estabelece vínculos profundos entre o adulto e a criança, entre o educador e o educando, entre os sujeitos que se apropriam de suas identidades e alteridades, sempre, em qualquer lugar, e em qualquer espaço.
O ateliê é um espaço privilegiado para experimentarmos nossa sensibilidade através de materiais diversos – argila, tinta, lápis, papel, madeira, água, terra,e às vezes pode-se utilizar também materiais do cotidiano da criança, como: latinha, plástico, panos, jornais e revistas e etc. O ateliê é um lugar eleito e reconhecido pelos artistas como “o espaço da criação”; já pelos educadores, em qualquer lugar que seja, o ateliê se apresenta como um espaço necessário para o “afinamento dos sentidos através da Arte”. O ateliê, espaço aberto por sua natureza, é um lugar onde cultivamos o tempo, um recorte no tempo do dia a dia para certas ações que parecem não caber nas atividades pragmáticas do dia a dia: desenhar, pintar, recortar, esculpir, colar... ações que nos transportam para outros territórios dos sentidos, da percepção e do conhecimento.
É um lugar onde “coisas” singulares acontecem, onde desenhos, pinturas, esculturas, gravuras, objetos, instalações, intervenções, livrinhos, cenários..., enfim, “coisas” são construídas e não têm uma função de uso imediata e, no entanto, nos acordam para outros espaços e mundos que nos habitam, que vivem dentro de nós e são materializadas em “formas” que constituem uma linguagem expressiva, poética, estética, formas que passam a existir fora de nós e para o mundo! E nos surpreendemos por esse fazer “aparentemente inútil”, acessando nossa sensibilidade, acordando um mundo de sentidos, de tudo aquilo que parece ser impossível e, no entanto, fazemos...
No ateliê – o espaço da criação – passamos certo tempo realizando “coisas”, por vezes estranhas a nós mesmos. Esse lugar, congrega uma qualidade de tempo e espaço singulares, nos convidam para o território ilimitado da arte. A importância desses espaços dentro das escolas e instituições, bem como a importância de uma contínua formação de educadores, é fundante para facilitar, provocar e convocar o acesso à educação dos sentidos pelos sentidos: maneiras de inteligibilizar nossa sensibilidade e sensibilizar nossa inteligência.
Atividades com o nosso acompanhamento.
No ateliê são as linguagens expressivas e criativas que imperam e não as respostas prontas; não são as linguagens formatadas ou sabidas que circulam como veículo de expressão, comunicação e informação. Trata-se de explorar, através de materiais – comuns e incomuns, as formas que ainda não conhecemos, as técnicas que ainda não dominamos, as ideias que ainda não sabemos. E eis o grande mistério: são as perguntas, as dúvidas, os acasos, as brincadeiras e as estranhezas que nos movimentam neste espaço tão particular. O espaço da criação, seja para as crianças, os adolescentes, os adultos dispostos a passar pela experiência da arte. E esse tipo de fazer singular que acontece nos ateliês, através das extensões de nosso corpo – as mãos, as ideias, os pensamentos, a imaginação, a voz, o olhar. Parecem guiados, num primeiro momento, pelo simples prazer de fazer, não dando um certo objetivo, ou funcionalidade e resposta imediatas. Num segundo momento, esse fazer, que tem uma qualidade distinta de outras atividades, parece também informar as sensibilidades e conquistar inteligências e conhecimentos.
Poderíamos aprender que o ateliê é um recorte no tempo e no espaço do cotidiano, independente de onde estiver localizado fisicamente, oferecendo a possibilidade de experimentarmos o ato da criação.
A vivência das linguagens expressivas compreende o exercício do sensível e do inteligível e o nosso corpo é o instrumento fundamental para que as linguagens expressivas, criativas, poéticas, musical, corporal, visual, verbal conquistem uma forma no mundo. A escola é compreendida como o lugar aonde a criança vai todos os dias para aprender, adquirir, obter, e produzir informações, porta-voz sociocultural de um modo de aquisição de conhecimento. Quando a escola dispõe de um espaço e de um tempo para o ensino de arte, sem dúvida alguma, esse fato, em si, já nos coloca diante de uma postura educacional totalmente diferente da postura de uma escola que não comporta o ensino de arte; justamente por considerar a arte como uma disciplina que proporciona um sistema de aprendizagem através do cultivo dos sentidos e da sensibilidade. Quando se pensa no ensino da arte, representado pela existência de um espaço de ateliê, geralmente um espaço diferente da sala de aula (e mesmo quando se utiliza a própria sala de aula para aula de arte, por vezes, a formação da sala muda para atender às especificidades desse tipo de atividade, alterando seu significado simbólico e sua forma de funcionamento), o “espaço da criação” é visto como um lugar e um momento onde se faz um monte de coisas com as mãos.
Imperceptivelmente, desenvolve- se uma noção errônea de que, nestas atividades, se encerra uma espécie de liberação de energias ou de habilitação da competência neuro-motora ou até quando se reporta a uma simples questão de arranjos de agenda escolar. Assim, é essencial recuperarmos a conexão substantiva entre os sentidos e a mente, a conjugação essencial entre a sensibilidade e a inteligibilidade justamente para que o ensino de arte não se desligue do ato cognitivo, para que o ato de aquisição de conhecimento não esteja ausente quando da nossa atuação corporal sobre os materiais. A hora da aula de arte nas escolas é o momento eleito para a criança experimentar, brincar, construir, jogar, inventar, experimentar, criar: espécie de contrato subliminar entre o educador e as crianças anunciando que agora é a hora da invenção! Por outro lado, corremos o risco de institucionalizar e burocratizar o lugar e o momento do próprio jogo da criação. Aqui reside um impasse entre a necessidade da existência de um tempo e de um espaço dentro das escolas para o ensino de arte, porém a própria arte, por sua natureza, parece querer quebrar estas regras e nos dizer que o espaço da criação pode residir em qualquer tempo e lugar.
O conceito de ateliê, então, deveria ser revisitado. A aula de arte é, sem dúvida, o lugar e o momento em que podemos viver experiências que nascem do contato sensível com os materiais, além da possibilidade de articular estes materiais para construir “coisas”, por vezes inclassificáveis. E será a partir desta conquista de “forma” que virá à tona a representação simbólica através das várias manifestações da linguagem visual (desenho, pintura, escultura, cerâmica, gravura, fotografia, marcenaria, vídeo, instalação, performance e outros). A aula de arte, de fato, funciona como um recorte em nosso cotidiano: recorte simbólico por um lado e, por outro lado, recorte absolutamente concreto proporcionando uma qualidade diferenciada da nossa percepção habitual. Talvez possamos estender o espaço da criação para fora dos muros do ateliê, da escola, dos museus para também se instalar na própria vida e assim acordarmos os ingredientes essenciais do jogo da criação: desejo, intenção, observação, memória, imaginação, vontade, disponibilidade, curiosidade, disponibilidade, flexibilidade. O gosto pelo jogo da criação estabelece vínculos profundos entre o adulto e a criança, entre o educador e o educando, entre os sujeitos que se apropriam de suas identidades e alteridades, sempre, em qualquer lugar, e em qualquer espaço.
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Postado no dia 20/03/15 no antigo blog o grupo
LINGUAGEM CORPORAL
O que é?
A Linguagem Corporal é uma forma de comunicação não-verbal. Abrange principalmente gestos, posturas, expressões faciais, movimento dos olhos e proximidade entre locutor e interlocutor.
A linguagem corporal vem sendo estudada por muito tempo, e de acordo com a opinião de profissionais em psicologia e sociologia, detecta diferentes sentimentos e expressões que não se comunicam com palavras, mas sim com o comportamento físico.
A linguagem corporal surgiu bastante antes da linguagem verbal, e ainda hoje representa uma das mais importantes formas de comunicação do ser humano. Especialistas afirmam que aproximadamente 93% de toda comunicação humana é não verbal. 55% da comunicação é feita sem a utilização de palavras, ou seja, esta relacionada com postura, expressões faciais e gestos. A sonoridade e vocalização (tom de voz, ritmo e velocidade de fala) também são importantes e correspondem a 38% das mensagens transmitidas.
A postura dos braços, pernas, cabeça e a expressão facial podem transmitir vários sentimentos. Por exemplo: se uma pessoa não mantém contato visual enquanto outra pessoa está falando com ela, isso pode querer dizer que ela não está interessada na conversa ou na pessoa. Por outro lado, enquanto uma pessoa está com os braços cruzados, essa postura pode ser considerada defensiva, revelando insegurança. A distancia entre o locutor e interlocutor também pode iniciar tensão entre os dois.
Linguagem Corporal e mentira
O psicologo estadunidense Paul Ekman é reconhecido como o maior especialista em expressões faciais. O seu trabalho influenciou a criação do seriado Lie to Me, onde um grupo treinado resolve vários crimes através da observação da linguagem corporal dos vários suspeitos. De Acordo com alguns especialistas, existem 15 sinais da linguagem corporal para identificar uma mentira
Linguagem Corporal e atração
Para os seres humanos, a linguagem corporal também tem um importante papel na sedução, porque a forma como um indivíduo se comporta vai alterar a capacidade de sedução. A linguagem corporal masculina e feminina também revelam a disponibilidade e interesse para um relacionamento a moroso ou envolvimento físico.
Linguagem Corporal e gestual
É importante não confundir linguagem corporal com linguagem gestual. A linguagem gestual é mais objetiva, sendo que cada gesto tem um significado próprio, que foi estabelecido por convenção. Na linguagem corporal, uma certa postura ou gesto são mais subjetivos, podendo ou não revelar uma atitude mental ou física.
É FUNDAMENTAL NA COMUNICAÇÃO COM A CRIANÇA (E ATÉ MESMO ADULTOS):
- Olhar nos olhos sempre que se dirigir especificamente à ela.
- Prestar atenção máxima à expressão do seu rosto enquanto conversam.
ALUNAS: ISABELLA MARINHO E ANDRIELLY.
LINGUAGEM CORPORAL
O que é?
A Linguagem Corporal é uma forma de comunicação não-verbal. Abrange principalmente gestos, posturas, expressões faciais, movimento dos olhos e proximidade entre locutor e interlocutor.
A linguagem corporal vem sendo estudada por muito tempo, e de acordo com a opinião de profissionais em psicologia e sociologia, detecta diferentes sentimentos e expressões que não se comunicam com palavras, mas sim com o comportamento físico.
A linguagem corporal surgiu bastante antes da linguagem verbal, e ainda hoje representa uma das mais importantes formas de comunicação do ser humano. Especialistas afirmam que aproximadamente 93% de toda comunicação humana é não verbal. 55% da comunicação é feita sem a utilização de palavras, ou seja, esta relacionada com postura, expressões faciais e gestos. A sonoridade e vocalização (tom de voz, ritmo e velocidade de fala) também são importantes e correspondem a 38% das mensagens transmitidas.
A postura dos braços, pernas, cabeça e a expressão facial podem transmitir vários sentimentos. Por exemplo: se uma pessoa não mantém contato visual enquanto outra pessoa está falando com ela, isso pode querer dizer que ela não está interessada na conversa ou na pessoa. Por outro lado, enquanto uma pessoa está com os braços cruzados, essa postura pode ser considerada defensiva, revelando insegurança. A distancia entre o locutor e interlocutor também pode iniciar tensão entre os dois.
Linguagem Corporal e mentira
O psicologo estadunidense Paul Ekman é reconhecido como o maior especialista em expressões faciais. O seu trabalho influenciou a criação do seriado Lie to Me, onde um grupo treinado resolve vários crimes através da observação da linguagem corporal dos vários suspeitos. De Acordo com alguns especialistas, existem 15 sinais da linguagem corporal para identificar uma mentira
Linguagem Corporal e atração
Para os seres humanos, a linguagem corporal também tem um importante papel na sedução, porque a forma como um indivíduo se comporta vai alterar a capacidade de sedução. A linguagem corporal masculina e feminina também revelam a disponibilidade e interesse para um relacionamento a moroso ou envolvimento físico.
Linguagem Corporal e gestual
É importante não confundir linguagem corporal com linguagem gestual. A linguagem gestual é mais objetiva, sendo que cada gesto tem um significado próprio, que foi estabelecido por convenção. Na linguagem corporal, uma certa postura ou gesto são mais subjetivos, podendo ou não revelar uma atitude mental ou física.
É FUNDAMENTAL NA COMUNICAÇÃO COM A CRIANÇA (E ATÉ MESMO ADULTOS):
- Olhar nos olhos sempre que se dirigir especificamente à ela.
- Prestar atenção máxima à expressão do seu rosto enquanto conversam.
ALUNAS: ISABELLA MARINHO E ANDRIELLY.
POSTADO NO DIA
18/03/15 NO ANTIGO BLOG DO GRUPO
DOENÇAS DO PROFESSOR
Primeiramente começamos a Entrevistar a Valéria, Diretora da escola.
Perguntamos- Como diretora escolar você já teve algum problema psicológico devido ao estresse que talvez tenha tido na escola ou por causa da escola?
Valéria- Não. nunca tive nenhum problema psicológico.
Perguntamos- Os problemas profissionais afeta sua vida pessoal?
Valéria- Não, também não porque eu sempre procurei separar o trabalho da minha vida secular, nunca misturar as coisas sempre graças a Deus consegui administrar muito bem.
Entrevistamos a Lidiane, Funcionária da escola trabalha como inspetora de alunos.
Perguntamos- Você ver muitos professores estressados?
Lidiane-Não, estressados não, mas preocupados com as crianças claro esse negocio de horário, questão de bater o sinal, horário essas coisas toda, mas estressados com as crianças não, são bem dedicados com as crianças.
Entrevistamos a Simone, professora da escola
Perguntamos- Você acha que por ser professora e ter que se doar totalmente na sua carreira, já teve algum aflito em sua vida pessoal por causa disso?
Simone- Se eu já tive? não, eu tenho todos os dias (risos), principalmente por causa das questões familiares, porque eu tenho dois filhos pequenos, eu tenho um filho de 5 anos, e tenho uma filha de 1 ano e 2 meses, então a dificuldade também existe por causa que a atenção também é cobrada por causa dos filhos e eu sou casada, então quando chego em casa são os filhos pra cuidar, casa pra cuidar e o marido também, então é assim há conflitos? há, só que tem que tentar dar uma equilibrada né.
Perguntamos- Qual a técnica que um profissional da educação deve usar para que não venha a ter um problema vocal?
Simone- Os exercícios. porque eu já tive dois calos nas cordas vocais e eu consegui na época eu trabalhava aqui no Antonio Rodrigues com o terceiro ano e ai eu consegui resolver o problema dos calos fazendo exercícios, eu não precisei ficar de licença e tem uns exercícios que são com os movimentos do pescoço e a hidratação das cordas vocais com água.
Alunas: Isabella Marinho, Victoria Oliveira e Andrielly Falcão.
Assinar:
Comentários (Atom)















.jpg)





















